domingo, 24 de fevereiro de 2013

Reflexão

Conto Cherokee

Os anciões Cherokee estavam preocupados com um dos garotos da tribo que, por se sentir injustiçado, tornou-se agressivo. O avô do menino o traz para perto de si e diz:

- Eu entendo sua raiva. Há uma batalha terrível entre dois lobos que vivem dentro de mim. Esses dois lobos tentam dominar o espírito de todos nós. Um é Mau. Seus dentes são fortes como raiva, inveja, ciúme, tristeza, cobiça, arrogância, pena de si mesmo, culpa, ressentimento, inferioridade, orgulho, superioridade e ego.
O outro é Bom. Seu olhar é forte como alegria, esperança, serenidade, paz, humildade, empatia, bondade, generosidade, verdade, perdão, compaixão, harmonia e fé.

O neto pensou nessa luta e perguntou ao avô:

- Qual lobo vence?

O velho índio sabiamente respondeu:
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- Aquele que você alimenta!

Podemos avançar...

Se os professores assumirem seu importante papel na sociedade e começarem a contribuir de forma significativa com o desenvolvimento do senso crítico reflexivo dos educandos, podemos ter outros cidadãos capazes de pensar como a aluna do companheiro Zé Roberto.


Resposta na íntegra de uma prova em que a aluna de 1º ano da rede estadual que foi solicitada a refletir sobre os padrões corporais da atualidade:


"A mídia nos influencia dizendo um padrão de beleza no qual devemos seguir. Desde a infância as pessoas nos dizem o que devemos fazer, como fazer e quando devemos fazer, ou seja, nos  modelam para sermos como e quem eles querem ou sejamos. Somos manipulados e monitorados à toda hora; e involuntariamente, ou sem que percebamos já estamos desejando ter um corpo que foi definido como "corpo perfeito" pela mídia e acabou sendo introduzido em nossas mentes. Um exemplo claro dessa afirmação é a boneca barbie, que possui uma estrutura corporal humanamente impossível de ser alcançada. Mais uma vez estamos voltando a questão do capitalismo, do consumismo, por que para se conseguir chegar perto desse padrão de beleza muito, mas muito dinheiro deverá ser gasto com cirurgias plásticas, cremes, tratamentos e etc. Então, para finalizar, se você não possui todo esse dinheiro, seja você mesmo. Ou nasce de novo!"





Nunca subestime...

PESSOAS INTELIGENTES.

Conta-se que em uma cidade do interior, um grupo de pessoas se divertia com o "idiota da aldeia". Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas. Diariamente eles chamavam o "idiota" ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 REIS e outra menor, de 2.000 REIS. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos. Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos. 'Eu sei' - respondeu o tolo assim: 'Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda. ‘Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa. A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é. A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história? A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda. Mas a conclusão mais interessante é: A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito. Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.

Escrito por: Arnaldo Jabor.